Terça-feira, 31 de Março de 2009

Voo de pardal

Gostaria de convencer-me que este espaço pode servir para alguma coisa. De qualquer modo decidi deixar cair as palavras, lavadas pela gravidade das coisas, seguindo uma lógica ou modo de dizer envolto em silêncios turvos e passos nocturnos, próprio dos gatos. Escorreito será o sentir do vento que arrasta as folhas secas. Talvez por isso me situe ente as fragas e as margens, lugar geométrico dos medos infantis. Depois, sobrarão as análises, os porquês, quando tudo ocorre como no voo do pardal, curto, saltitante, que emerge por entre deambulações breves e perenes. É ainda o vento que me move. Um vento seco e bravo. Uma espécie de suão. No fundo é do vento que quero falar.

publicado por JSC às 23:47
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