Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

Compassos de silêncio

Tenho os olhos presos em algures

um silêncio de pétalas cobre meus passos
e eu passo por entre roseiras
na esperança de passar a barreira deste espaço
 
Há um muro em redor dos nomes
um ar de vento passa por entre os cabelos
talvez tudo isto chegue às raízes
ou fique aí, mesmo contíguo à sombra
que é onde existe a matriz de todas as formas
 
E mesmo que as casas estejam vazias
e mesmo que os olhos se soltem de novo
tudo gira em redor de uma ideia
e é por ela que nos vamos
um dia qualquer, como visitantes ficamos
à espera que alguém apareça e nos olhe
por entre as pétalas ou as lajes.
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publicado por JSC às 18:12
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2 comentários:
De Anónimo a 26 de Janeiro de 2010 às 19:39
Muito bom! Parabéns pelos fantásticos poemas...=)


De Anónimo a 26 de Janeiro de 2010 às 19:40
Muito bom! Parabéns pelos fantásticos poemas...=) NUNO


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